terça-feira, 19 de julho de 2011

Entrevistando Mamães - 19/07/2011 - Mamãe Renata

Postado por Bebês de Março e Abril de 2011 às 08:33


Perguntas do Blog

©       Data da Entrevista: 18/07/11
©       Nome da Mamãe: Renata Piccolo Silva Hatanaka Garcia
©       Nome do Bebê: Valentina Piccolo Silva Hatanaka Garcia
©       Data do parto: 13/04/2011
©       Local onde mora: Barretos - SP
©       Como você descreve o sentimento de ser mãe?
É um amor que soma, multiplica um amor incondicional, um amor que se dá sem querer nada em troca.
©       Você já se imaginou mãe quando era mais nova?
Inúmeras vezes. Amava brincar de casinha, tive mil e uma bonecas. Sempre colocava os nominhos nelas, adorava passar talco, trocar de roupinha. Quando entrei na adolescência, sempre imaginava como eu seria como mãe, o que eu faria, como seria a minha relação com o meu filho(a), e sempre tive em mente, que quando fosse mãe, me espelharia totalmente na minha mãe, na criação que ela me deu.

©       O que sentiu quando descobriu que estava grávida? Qual foi sua primeira reação?
Senti a maior felicidade e responsabilidade ao mesmo tempo. Quando peguei o teste de gravidez e vi lá os dois riscos bem aparentes, tremia, ria e corri do banheiro até a cozinha onde meu marido estava gritando que eu ia ser mamãe e ele papai. Ele deu o sorriso mais lindo do mundo e me abraçou. Em 10 minutos fizemos 1000 planos! Foi ótimo.
©       Como foi seu parto?
Magnífico e maravilhoso. 10 semanas antes de a Valentina nascer, sabia que eu não poderia ter parto normal, então saberia que o parto seria cesárea. Acordei, tomei um banho, peguei nossas coisas, e fomos para a maternidade. Ao chegar na recepção do hospital, a funcionária nos avisou que o sistema estava fora de área e que não daria para fazer a minha internação naqueles minutinhos e pediu para que eu aguardasse. Passaram-se 15 minutos e não havia normalizado o sistema, e a recepcionista me chamou e falou que teria que fazer minha internação manualmente e poderia demorar mais alguns minutinhos. Em seguida subi para a sala de pré-parto e a enfermeira disse que pelo fato do atraso do sistema, elas agilizariam os procedimentos para me encaminhar para a sala de parto o quanto antes. Enquanto uma preenchia minha pulseira a e pulseirinha que iria ao braço da Valentina, uma enfermeira preparava o soro na minha veia e a outra foi preenchendo a caderneta da Valentina. Tudo organizado e preparado. Caminhei até a sala de parto e sentei-me a mesa de cirurgia para esperar a anestesista chegar. As enfermeiras colocavam as aparelhagens em mim (monitor de batimentos cardíacos, aparelho de pressão, etc.) e a anestesista me informava de todas POSSIVEIS reações que a anestesia poderia me dar. Logo após aplicou anestesia, ficou conversando comigo e o meu G.O entrou na sala, todo paramentado. Naquele momento fiquei um pouco nervosa e tensa, mas quando olhei para a porta, vi meu marido entrando com aquele brilho nos olhos, o que ajudou a me acalmar bastante. A equipe toda entrosada, conversando de musica, falando sobre a vinda do U2 ao Brasil, e meu marido e eu ali, extremamente ansiosos para o momento mais esperado e mais importante de nossas vidas, quando de repente houve um silencio e meu G.O me comunica que a Valentina iria nascer. Segundos depois, ouço um chorinho discreto e todos começaram a festejar e nos parabenizar pelo nascimento dela. Foi incrível, maravilhoso e simplesmente único. Olhei para o Daniel e vi os olhos dele marejados, me deu vontade de chorar, mas acho que foi tão rápido e tão intenso que não tive tempo nem para isso. A pediatra passou com ela nos braços e encostou o rostinho dela pertinho do meu e do meu marido. Essa lembrança será para a vida inteira. A médica saiu para examiná-la, para as enfermeiras limpa-la e meu marido foi correndo atrás delas conferir tudinho. Enquanto a cirurgia terminava, a pediatra e meu marido retornaram a sala de parto com ela limpinha e pude vê-la novamente mais uma vez. Foi tudo muito rápido, simples e prático, porém inesquecível. Entrei para sala de parto achando que fosse ser um bicho de 7 cabeças e me surpreendi.

©       Qual foi o momento mais marcante após o parto?
Quando eu ainda estava no corredor, indo para o quarto e meu marido chegou junto com a enfermeira e vi a Valentina vestidinha de cor de rosa, toda toda e o fotografo tirou uma foto nossa. Foi emocionante demais, vê-la bem, saber que ela é perfeita, que nasceu super saudável. Não tem explicação!

©       Que mudanças o seu filho(a) trouxe a sua vida?
Simplesmente TODAS. Mudou minha rotina, meus hábitos, meu jeito de pensar, de me alimentar, mudou TUDO e estou adorando essa mudança.

©       O que seu filho(a) representa na sua vida?
ABSOLUTAMENTE TUDO. Não consigo me imaginar sem ela, não consigo lembrar de como era minha vida antes dela nascer. Ela me traz alegria, me faz bem, me dá forças, ela me faz entender melhor a vida.

©       Já pensou em ter outros filhos?
Na minha adolescência, sempre pensei em ter 3 filhos, mas agora penso em ter só a Valentina ou talvez mais um, mas que não seja com muita diferença de idade. Não há nada programado ainda. Éh pelo fato de eu ser filha única que penso na possível hipótese de ter mais um filho, já que meu marido tem apenas uma irmã e que só tem uma filha. Acho que a família fica pequena demais e a Valentina não será uma criança que terá muitos tios e primos. Quem sabe, né?!

©       Como ser mãe, sem deixar de lado sua vida pessoal, ou seja, sem deixar de ser você, sem perder sua identidade?
Eu acho que ser mãe não é deixar de ser você mesma, deixar sua identidade de lado. Quando se tem um filho, muitas coisas na vida da gente muda, tudo é questão de tempo e adaptação. Eu acho que a maioria das mulheres nasce com o instinto materno aflorado, lógico que há exceções, como a gente sempre está vendo por aí. É tudo muito novo, diferente, é uma nova fase, por isso muitas vezes deixamos de lado muitas coisas do dia a dia, cuidados pessoais, para cuidarmos e aprendermos a ser uma excelente mãe, para darmos o melhor de nos para nossos filhos.

©       O que você espera de seu filho?
Que ela seja uma pessoa de caráter, honesta, verdadeira, ajuizada, que gosta de ficar com a família, amorosa e coloque em pratica toda boa educação que recebe, nos traga muitas alegrias e que seja uma pessoa vitoriosa e de sucesso na vida.

©       As mães costumam dizer que só descobrem o verdadeiro amor quando têm um filho. Você concorda?
Discordo. Existem vários tipos de amor. O amor pelo um filho, é um amor diferente, um amor que chega a doer de tão sincero e verdadeiro que é. Éh um amor soma! Antes eu era apenas Renata, hoje eu sou Renata e Valentina. Mas eu também sei e conheço outros tipos de amores, amo meus pais, minha família e meu marido.

©       Você esta amamentando? Pode nos descrever esta experiência?
Não amamento exclusivamente por causa de um problema na coluna, descoberto ainda na minha adolescência . Descobri um serio desvio na coluna após uma queda que tive na escola e com o passar dos anos, esse problema agravou. Quando eu engravidei, pensei que fosse sentir fortes dores, ou que o problema se agravaria devido o peso da barriga, mas graças a Deus consegui contornar a situação. Após o nascimento da Valentina, comecei a sentir dores na coluna e tive uma forte inflamação do nervo ciático. Foi terrível, pois estava me recuperando de uma cesárea, seio fissurado e dor no ciático, ficou difícil e complicado, mas rezei muito e pedi a Deus para que me desse condições e forças para continuar amamentando a minha filha, pois além de ser uma experiência divina e maravilhosa, o leite materno é o melhor alimento para o bebe. Fui ao ortopedista e ele me aconselhou a oferecer L.A para começarmos um tratamento mais rigoroso, com medicamentos fortes e levantou a possível hipótese de eu estar com uma hérnia de disco pos-parto, mas graças a Deus não é, o desvio progrediu um pouco, ocasionando fortes dores. Dou uma mamadeira durante a madrugada, pois depois que eu deito, pois o meu fisioterapeuta recomendou a levantar-me e exercitar-me só se for necessário, então meu marido prepara e dá a mamadeira a Valentina. Faço esse esforço todo para continuar amamentando ela no peito durante o dia, pois não há nada mais perfeito e gostoso do que ter esse minutinho entre eu e ela. Poder olhar nos olhinhos dela, senti-la bem pertinho de mim, transmitir toda confiança e carinho, não tem preço.

©       Qual conselho você daria às mães, para que estas eduquem seus filhos?
Para que sejam verdadeiras, companheiras, realistas, conseguindo transmitir amor, carinho, proteção ao seu filho.

©       Se trabalhar, Como conciliar carreira profissional e maternidade?
Sou Assistente Social e trabalho 6 horas por dia e retornarei ao trabalho dia 17 de agosto. Confesso que de inicio será difícil para mim, pois sou eu quem cuida dela, claro, com a ajuda e supervisão da minha mãe, mas sou eu quem faço tudo. Meu coração parte quando tenho que sair, ir ao banco, ao medico ou qualquer lugar que não de para leva-la, sinto saudades dela, eu imagino como será difícil e complicado para mim nas primeiras semanas. Mas farei a opção de trabalhar no período da manha, já que ela acorda para mamar às 6h e depois acordará aproximadamente as 11h30. Fica melhor para ela que passará a maior parte do tempo que eu estiver trabalhando dormindo, e eu ficarei um pouco menos “preocupada” de estar trabalhando enquanto ela dorme.

©       Se for voltar ao trabalho, qual seu maior desafio quanto deixar seu filho com outra pessoa?
Não voltaria a trabalhar se minha mãe não pudesse ficar com ela, mas graças a Deus posso contar com a ajuda da minha mãe, pois a acho pequena demais para deixá-la num berçário aos cuidados de uma pessoa que nunca vi minha vida, mesmo que seja uma escola ou berçário conceituado e recomendado por várias pessoas.

©       Quais os principais desafios de ser mãe hoje?
Muitos! Educar e criar um filho num mundo repleto de coisas ruins é uma responsabilidade enorme. Temos que ter muito jogo de cintura para conseguirmos educar um filho com excelentes princípios. Existe muita maldade, muita violência, um aumento absurdo de uso de drogas, crianças que com 7 , 8 anos já não querendo mais serem crianças e no meu ponto de vista, isso atrapalha extremamente no desenvolvimento sadio de uma criança, pulando etapas da vida. Temos que estar atenta e alerta sempre.

©       Você tem medo do futuro? De seu filho estar aqui, de ter de educá-lo com um mundo inóspito lá fora…
Esse é medo que está comigo desde que descobri que estava grávida. Vejo tantas coisas acontecendo, tanta imprudência, tanta irresponsabilidade, que fica apreensiva de como educar a Valentina. Brinquei de boneca até meus 13/14 anos, brincava de amarelinha, policia e ladrão pique esconde e hoje é raríssimo você ver uma criança fazendo isso. Se ela não está com um celular nas mãos, está atrás de um vídeo game ou computador. Logo, a criança pula etapas da vida, fases divertidas e vira adolescente precoce.
Quero que a Valentina cresça com opinião, aproveite todas as fases da vida, sabia distinguir o que é certo e o que é errado, tenha uma educação sadia e que saiba escolher boas amizades, e para que isso aconteça temos que dar uma excelente educação desde já, para ela mesma colher bons frutos futuramente.

©       Para finalizar, defina em uma frase o que é ser mãe para você...
É amor incondicionalmente, é padecer no paraíso. Nunca conheci sentimento melhor do que ser mãe. Amo intensamente! Não tem como decifrar em uma frase so o que é ser mãe para mim.


Perguntas das mamães

  1. O que você pensa da sua mãe agora que já é mãe? Mudaria alguma coisa em sua atitude se pudesse voltar no tempo? (mamãe Karla)
    Que ela é a melhor pessoa e mãe do mundo que já conheci. Acho que não mudaria minhas atitudes a respeito da minha mãe, pois sempre reconheci todo o carinho, educação e esforço que minha mãe sempre fez por mim e retribui sendo uma boa filha, pondo em pratica toda educação, princípios e ensinamentos que ela sempre me dá. Eu só tenho que agradece-la por tudo o que sou e que com certeza, transmitirei a minha filha.


  2. Algum sonho realizado? Algum a realizar a longo prazo? (mamãe Karla)
    Sim, o sonho de ser mãe. Espero daqui alguns anos estar bem estabilizada financeiramente e profissionalmente, apesar que nao posso reclamar da atual situação.


  3. Que tipo de mãe você se classificaria?  (mamãe Karla)
    Super protetora e mega coruja!


  4. Você é casada? (mamãe Karla)
Sim.

  1. Ser Mãe defina com uma palavra. (mamãe Vitória)
    Abençoada.

  2. Uma qualidade? (mamãe Vitória)
    Tenho um coração enorme, que não cabe dentro de mim. Nao exito em ajudar ninguém!

  3. Um defeito?  (mamãe Vitória)
    Muito perfeccionista. Sofro com isso!


  4. O que gostava de fazer antes de ser mãe? E depois que virou mãe o que gosta de fazer? (mamãe Vitória)
    Como me considero dorminhoca, gostava muito de dormir bastante. Agora, adoro cuidar da minha filha. Adoro vê-la saciada, dar banho, enfeita-la.


  5. A Valentina é calma, ou mais agitada? (mamãe Vitória)
A Valentina é super calma, um bebe tranquilo, mas quando algo incomoda ela ou alguma dorzinha, ela é muito brava.

  1. Quantos anos vc tem?? Quanto tempo de casada? (mamãe Eliza)
    Tenho 29 aninhos e com 1 ano e 9 meses de casada.


  2. Como foi a escolha do nome?? e se fosse menino?? (mamãe Eliza)
    Quando eu tinha meus 14 anos, a atriz Carolina Ferraz anunciou que estava grávida de um menina e que se chamaria Valentina. Ao ouvir esse nome, senti uma sensação maravilhosa, parecia que um sininho havia soado no meu ouvido avisando que anos depois eu seria presenteada com um bebe e que seria uma menina. Achei um nome super forte, imponente, com um significado muito bom, então cheguei a conclusão que se eu tivesse uma menina, se chamaria Valentina. Quando comecei a namorar meu marido, a primeira coisa que falei a ele, foi que se por acaso a gente casasse e tivesse filhos, se fosse menina iria chamar Valentina. Ele amou, achou super forte! Se eu tivesse tido um menininho, a duvida estava entre 2 nominhos. Lucas ou Vicenzo! Mas confesso a você que se por acaso eu tiver mais filhos, já tenho os nomes em mente novamente! heheehehehheeh

  3. Como é a relação com a família do seu esposo?? tem mto palpite?? (mamãe Eliza)

Nossa Senhora! Agora é que chegou talvez mais difícil da entrevista. eheheheheehehh Minha relação com a família do meu marido é péssima, infelizmente para todos nos. Mas os meus sogros não são próximos ao meu marido, muito menos a mim, então dá para imaginar, não é? Tudo coloca defeito, não são presentes, não dão presentes, não me ajudaram em nada nem financeiramente nem psicologicamente nos preparativos do nosso casamento, na minha gravidez e no nascimento da minha filha. Eles tem condições financeiras e são jovens ainda, tem disposição de sobra, mas não ajuda em absolutamente nada e GRAÇAS a Deus não precisamos da ajuda deles. Minha sogra nao foi a maternidade prestigiar o nascimento da Valentina, pois tinha uma AULA muito importante de hidroginástica. Posso com uma atitude dessa? A partir desse dia, eu realmente vi que eles nao merecem uma gota do meu carinho e da minha atenção. Palpite todo mundo dá. No inicio vieram com graça para cima de mim, mas já cortei o mal pela raiz. Nao aceito absolutamente nada que vem deles. Nem as coisas boas e nem as ruins. Graças a Deus estou feliz assim e meu marido me apoia plenamente. Por isso estamos todos bem! :)

  1. Como foi o seu pós parto?? (mamãe Eliza)
    Ótimo. Nao tenho do que me queixar. Mesmo tendo um ciático inflamado e os bicos dos seios bemmmm fissurados, foi ótimo e esses pequenos contratempos, foi mínimos e de recuperação rápida..


  2. Como vc engravidou??  (mamãe Eliza)
Estava fazendo um tratamento para dissolver um cisto no ovário esquerdo. Estava tomando os medicamentos e resolvi abandonar o anticoncepcional, pois os medicamentos que eu estava tomando, tinha me engordado quase 10 quilos, entao tomei a iniciativa de nao toma-lo mais para nao ficar muito acima do peso. Abandonei o uso do medicamento em Fevereiro de 2010 e engravidei em Julho de 2010. Nao espera fica gravida tao rapido, mesmo porque meu G.O chegou a comentar comigo que talvez eu teria uma certa dificuldade de engravidar.

  1. Como são as saídas com a Valentina? Vc leva ela pra tudo que é canto ou prefere deixar ela com alguém quando precisa sair? (mamãe Gabriella)
    Então, eu estava com muito receio de sair com ela ultimamente, pois todas as tentativas que tivemos, ela teve crises horríveis de cólicas e todo mundo ficava olhando, mesmo sabendo que é super normal durante o período de 0 a 3 meses. Diminui bem as minhas saídas e pedi para que meus pais ou meu marido fizesse o que eu precisasse, desde compras no supermercado, pagar contas. Ontem saímos e ela se comportou tao bem, foi tao lindinha, ficamos tao felizes. Que até ao supermercado fazer compra fomos. Foi ótimo! Vou continuar essa rotina, mesmo porque, essa é a nova realidade. Somos 3 agora, né?!


  2. E a vida com o maridão? Vcs tem conseguido administrar bem o tempo agora que são 3? (mamãe Gabriella)   
Infelizmente não. Nem eu, nem ele. Somos 100% Valentina. Mas creio eu que agora tudo entra nos eixos, pois os 3 primeiros meses requerem muito mais cuidados e atenção. É o momento de maior adaptação. Essa semana ela completou 3 meses, entao vamos ver como é o inicio desse 2 trimestre, mas eu nao posso me queixar muito, ela é um bebe muito bonzinho. Acho que o que realmente incomodava ela era os excesso de gases e as crises de cólicas.

  1. Qual sua religião? (mamãe Vitória)
Sou católica.

  1. Re, imitando a pergunta q tu me fez na minha entrevista, como ta o comportamento da Betina ( cachorrinha da familia) e o relacionamento de vcs com ela e dela com a Valentia?  (mamãe Gabriella)
Nas primeiras semanas depois do nascimento da Valentina, a Betina demonstrou muito ciúmes e o jeito que ela chamava nossa atenção era chorando. Chorava pela casa toda e ficava tristinha num cantinho, não queria dormir na caminha dela de jeito nenhum. Assim que o meu nervo ciático desinflamou, comecei a dar uma atenção mais especial a ela, mas meu marido ainda estava deixando ela de lado, até que um dia cheguei e conversei com ele, disse que se ela continuasse tristinha e num cantinho, ia leva-la para passar uns tempos na casa da minha mãe, ele discordou e daquele dia em diante ele começou a dar atenção a ela, não como antes, pois antes ela dormia até na nossa cama, mas um carinho especial, que ela não sentisse tanta diferença. Agora, a Valentina não pode vê-la que abre um sorriso enorme, sinto que elas serão amigas. Quando a Valentina chora, a Betina fica toda preocupada, sinto que se ela pudesse pegaria ela no colo para conforta-la e faze-la parar de chorar.

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